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OLÁ, SEJAM BEM-VINDOS

Com grande esforço e dedicação na construção do meu primeiro blog - AULAS100 Ensinando Informação e Conhecimento (http://aulas100.blogspot.com/) - em 28 de abril de 2009, obtive resultados bastante satisfatórios, comprovados pelo selo TOP100/2009 que ganhei, graças aos votos dos leitores que gostaram do meu espaço educativo.

O incentivo me levou a elaborar a Sala de Reflexão para a divulgação de textos sobre o amor em todos os sentidos e valor educacional na escola e na família, com o objetivo de elevar a autoestima e restaurar o equilíbrio emocional.

Silêncio Impulsivo

Nem sempre silenciar é parar de falar com alguém. Nem sempre é deixar de dar atenção a alguém. O tempo e a cabeça fria ajudam a analisar melhor esse tipo de situação. Do contrário, sempre haverá essa queda de braço: um fica em silêncio e o outro também fica em silêncio. É mais ou menos por aí.

Às vezes o silêncio acontece impulsivamente, involuntariamente, sem a intenção de destruir qualquer tipo de interação.
Esse tipo de silêncio pode resultar de um mau entendido, de uma ofensa verbal ou de certos comportamentos imprudentes.
Em relação a comportamentos imprudentes, o avanço do mundo virtual incentiva cada vez mais a maioria das pessoas a optar resolver problemas pessoais através de redes sociais.
Quando a distância é muito quilométrica (entre dois estados ou dois países), esse meio de comunicação é até aceitável e compreensível.
Para quem tem hábito de enfrentar cara a cara os problemas pessoais (o agora famoso 
face to face), grande parte das decisões podem ser resolvidas pessoalmente, desde que as 
duas pessoas tenham maturidade para aceitar o que for melhor para ambas.
Imaginemos duas pessoas Mike e Crystal. Se Myke é maduro e tem a tranquilidade 
suficiente para entender e aceitar a decisão de Crystal, que necessidade tem ela de usar 
a rede social para tomar a decisão final? Se ela for prudente, conseguirá resolver tudo 
pessoalmente, já que possui também amadurecimento e sinceridade e, com certeza, Myke 
compreenderá e não usará o silêncio impulsivo. Dessa forma, não vai haver estranheza e 
falta de comunicação entre eles. Crystal sempre confiou em Myke e sempre se sentiu 
segura na presença dele, ambos trocando confidências e compartilhando mensagens de
variados assuntos. Ele já havia aceitado a decisão de Crystal por causa de uma antecipada 
conversa pessoalmente entre eles num parque. Bastava Crystal ter observado em Myke a 
tranquilidade dele em lidar com a decisão dela.
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A internet foi feita para um único foco?

Desde que a internet passou a fazer parte da vida de cada um, a quantidade e velocidade de informações alcançam altos índices em poucas questões de segundos a cada visita feita por clicagem, semelhantemente à leitura em livros, jornais e revistas.

Por exemplo, no mundo virtual, um site age como livro ou revista ou jornal, com vários links como se fossem páginas viradas a cada clique. Na ausência da internet, o livro de papel entra em cena com o mesmo processo: leitura feita página por página e sendo virada com o uso das mãos. Enfim, de posse de várias fontes, as informações são assimiladas.

Agora vem a resposta à pergunta do título da postagem: com tantos conteúdos, ninguém fica parado numa única página. Se fosse assim, nem teria havido a necessidade da invenção de teclado. Da mesma forma quando se está diante de um jornal, é absurda a ideia de se pensar que o leitor fique sempre na mesma página para ter o mesmo foco.

Conduzimos o mesmo raciocínio em relação às trocas de mensagens em chats de redes sociais. Por falta de maturidade, muitas pessoas se sentem excluídas por acharem que não recebem atenção de amigos ou de paixões virtuais. É improdutivo querer exigir presença do outro o tempo todo. Quando uma pessoa está na internet e ver o seu foco preferido conectado, essa pessoa acha que o seu escolhido deve dar-lhe sempre atenção

É incrível a queixa das pessoas fazendo cobranças o tempo todo e querendo exclusividade e não param para entender que não se pode acessar a internet por conta de um único objetivo ou foco. Não é saudável criar dependência por alguém ou por outros motivos como jogos e atitudes maliciosas.

A dimensão virtual tem diversas utilidades a oferecer, mas a maioria tem o péssimo hábito de focar num só objetivo. Ao invés de ficar se preocupando com a pessoa preferida, esperando em vão se ela entra ou não na internet, a pessoa do outro lado da telinha deveria aproveitar para explorar mais os conteúdos, de preferência de boa qualidade, ter mais segurança e independência. Caso contrário, é dinheiro jogado fora.
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Medo de decepção amorosa, por quê?

Nas redes sociais, grande parte do público comenta que algumas pessoas não querem assumir compromisso sério por medo da desilusão ou decepção.

Não dá pra entender por que essas pessoas afirmam isso de imediato, como se fosse uma lei engessada imposta pela própria sociedade que ensina coisas equivocadas, principalmente coisas associadas a relacionamentos.

Em primeiro lugar, não se pode generalizar, apesar de que cada indivíduo tenha motivos para pensar que a maioria não valoriza a vida a dois de forma séria.

É preciso ter argumento mais convincente para que se afirme o pensamento do primeiro parágrafo. Medo de se decepcionar por quê? Se a pessoa já passou por muitas situações durante a vida a dois, sofrendo com discussões, de alto ou baixo grau de ofensas verbais, analisando os prós e contras de um namoro, então qual o motivo de pensar que vai se decepcionar?

A pessoa madura, com experiência suficiente para encarar novos relacionamentos, não terá medo da desilusão porque já conhece as desculpas esfarrapadas do seu par, os gestos, os comportamentos já manjados quando o parceiro ou parceira não tem coragem de conversar sobre o desgaste da relação.

Nessa falta de coragem, talvez por imaturidade ou por possuir atitude leviana, o parceiro ou parceira utiliza recursos teatrais com demonstrações de frieza e condutas medíocres (piadinhas de mau gosto, deboches, ofensas verbais sem motivo aparente), para fazer a pessoa terminar o relacionamento e o seu par  querer se sentir vítima da história. É lamentável isso.

Uma das condutas mais repugnantes é quando esse tipo de parceiro ou parceira sai com a pessoa e, nessas tantas saídas, não sente vontade de andar de mãos dadas. Por incrível que pareça, a pessoa madura deve evitar questionar essas posturas infantis do seu par imaturo.

Pode-se notar que, na maioria das vezes, a pessoa que mais sofre com esses comportamentos do seu par medíocre é justamente é a que leva a relação a sério.

Portanto, é necessário cautela quando vai se afirmar que as pessoas não querem namorar não por medo da decepção; e, sim, porque não vale a pena estar com alguém que ainda não aprendeu a ter coragem em dizer que a relação não vai bem por não sentir mais amor e, por isso, vai continuar preferindo ser ator ou atriz.
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Por que tenho que aprender isso?

A maioria das escolas brasileiras (públicas e particulares) deixaram de ser modelos de referência de ensino inovador, há mais de 30 anos, quando surgiu uma pergunta, atualmente super comum na boca do estudante: "Por que tenho que aprender isso?" Uma justificativa patética para mascarar o desinteresse pelos estudos e a preguiça de ler textos dos mais simples aos complexos quanto ao grau de dificuldade de interpretação.

Muitas vezes, o aluno não quer saber da escola, sendo vista como um ambiente desinteressante, e muito menos de aprender conteúdos por achar que não servem no dia a dia. O estudante acaba não sabendo a importância da aprendizagem e aplicação de vários assuntos fora da sala de aula.

Os pais também são culpados e, alguns deles, com apenas o primário, acham que se fizeram na vida sem educação e ensinam aos filhos que não precisam de muito esforço para ter algo significativo na vida.

Temos também aqueles professores desestimulados por falta de políticas públicas, e os que trabalham apenas por obrigação, achando que a escola serve apenas como local de merenda e fabricante de diplomas.

O professor entra na sala de aula, começa a explicar regra de 3 simples, por exemplo, torce para que a turma inteira não faça perguntas, manda os alunos fazer os exercícios. Um deles não entendeu a explicação. Ao invés de tirar a dúvida com o professor, por vergonha ou medo de ser taxado de "burro" pelos demais colegas e até mesmo por aquele que transmite o ensino, prefere usar a medíocre desculpa interrogativa: "Pra que aprender esse assunto, se não irei usar isso na minha vida inteira?".

Em seguida, vem a contra-pergunta: "A quem culpar?"
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Imaturidade financeira

Por mais que os meios de comunicação divulguem dicas de educação financeira, a maioria ignora valorosos conselhos de especialistas em economia. A população se endivida exponencialmente, não sabe guardar parte do que ganha por mês, torra dinheiro adoidamente e aquelas pessoas que já passaram dos 60 anos dizem que não têm mais idade para guardar nada. É muita falta de maturidade financeira. No futuro, quando precisarem do dinheiro para cuidados na saúde, por exemplo, vão reclamar da vida e do governo que não se preocupa com o povo assalariado.

Eu estava lendo a entrevista de uma ex-participante de um reality show, de 65 anos, que ganhou prêmios no programa: dois carros, R$ 20 mil e um apartamento no valor de R$ 100 mil. Ela ficou apenas com um automóvel e fez a seguinte declaração: "Torrei tudo. Não tenho mais idade para guardar nada".

Apesar do dinheiro ser dela e fazer dele o que bem entende, fiquei muito abismado com a declaração dessa senhora que poderia ter guardado o dinheiro para os netos e, se ela tivesse cabeça educada financeiramente, poderia ter investido em várias aplicações e hoje a quantia estaria hipoteticamente na casa dos R$ 500 mil.

É uma pena existirem pessoas assim que usam a idade avançada como justificativa para dar asas ao dinheiro que, com certeza, irá precisar daqui a 20 anos ou mais.
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O desinteresse pelos estudos. Culpa de quem, afinal?

Existem alunos que, mesmo levando atividades diversificadas, não há quase interesse deles. Acredito que eles não conseguem ver na escola a melhoria de vida que podem ter através dos estudos.

Essa fatalidade, infelizmente, sempre aconteceu nos últimos 30 anos, só que atualmente é mais divulgada devido à evolução dos meios de comunicação e também às mudanças na psicologia e pedagogia, destacando também alguns projetos questionáveis de governos passados e recentes que aparentemente não priorizam melhorias no setor educacional. O resultado: a população de recursos limitados troca a escola por migalhas como o bolsa-família, cartão-escola e assim vai...

Tem alunos que simplesmente ignoram, outros não se interessam, mas cumprem com os seus deveres de ir à escola e permanecem de "corpo presente" na aula, mas quando você pergunta algo, ou propõe, ficam apáticos, demonstrando que sequer sabem do que se está falando.

Na minha época, meus pais se sacrificavam para comprar livros caros, na época eu era apenas estudante e nem queriam que eu trabalhasse para ajudar no orçamento. E hoje em dia, a gente vê a maioria desses alunos desinteressados que nem enxergam que podem ter livros de graça e só priorizam os benefícios que o governo dá a eles, enquanto que a escola, segundo a visão dos mesmos, é colocada em último plano. Eles só se preocupam com frequência, ao invés de questionarem por que tiram notas baixas. Incrível, né?
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A queda é uma aprendizagem

Assisti um documentário - Os Melhores Acrobatas do Mundo Animal - e uma cena me chamou a atenção a respeito de um filhote de ganso, que estava aprendendo com a mãe, as habilidades de vôo e, a cada tentativa, o recém-chegado ao mundo sofria quedas infinitas, do topo até a base de uma montanha, até aprender a se equilibrar e conseguir o objetivo imposto de modo instintivo pela matriarca da família. É um comportamento animal impressionante: o filhote cai inúmeras vezes, se levanta, cai de novo e volta a se reerguer e assim vai mantendo essas alternâncias. Fato semelhante ocorre em seres humanos, por exemplo, para quem tem filhos pequenos, é doloroso ver o filho cair e machucar o joelho. Embora doa no coração, no fundo da alma o pai e a mãe sabem que cair é a única forma de se aprender a andar, como se fosse um treino que acontece também quando se monta num cavalo, numa bicicleta, pela primeira vez, ou em treinos para competições olímpicas. O erro pode ser uma coisa boa, desde que aprendamos alguma lição com ele. E uma lição ainda mais dolorosa é entender que quanto mais fundo o buraco em que você cai, mais alto você poderá subir (é o exemplo do filhote citado na introdução desse texto). Os obstáculos são necessários para o nosso crescimento. Isso é para reforçar mais a compreensão da existência de animais que querem nos mostrar esse tipo de aprendizagem - a importância da queda como uma evolução do nosso interior. Nossa escolha determina se os obstáculos serão vistos como caos ou como oportunidades para sabermos seguir o caminho mais favorável, com a consciência de que as quedas nunca param e influenciam em mudanças constantes, preferencialmente para o lado do bem. É profundamente lamentável ver alguns pais exagerar no zelo aos seus filhos. Uma proteção excessiva não ajuda a criança a se desenvolver psicologicamente, como se ela fosse colocada numa bolha de plástico ou presa numa caverna, para não sofrer agressões de outros semelhantes. Quando atingir a fase adulta, conhecerá apenas o lado bom. Isso é prejudicial. Outra situação revoltante é quando uma pessoa acha que já está no caminho e por isso é inatingível, não tem mais espaço para crescer na vida. Acontece muito isso com pessoas já envolvidas em algum culto religioso, e que passam a se considerar justas. Acham que já têm a "verdade" incorporada à própria personalidade e se esquecem de que a única verdade é a constante transformação e evolução do espírito. Hoje, assumindo que você está no caminho certo, pergunte a si mesmo o que mais poderia fazer. O quanto ainda age ou pensa erradamente e poderia mudar? O quanto poderia agir melhor, compartilhar mais, fazer mais, em quantidade e qualidade? As quedas é a resposta.
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