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OLÁ, SEJAM BEM-VINDOS

Com grande esforço e dedicação na construção do meu primeiro blog - AULAS100 Ensinando Informação e Conhecimento (http://aulas100.blogspot.com/) - em 28 de abril de 2009, obtive resultados bastante satisfatórios, comprovados pelo selo TOP100/2009 que ganhei, graças aos votos dos leitores que gostaram do meu espaço educativo.

O incentivo me levou a elaborar a Sala de Reflexão para a divulgação de textos sobre o amor em todos os sentidos e valor educacional na escola e na família, com o objetivo de elevar a autoestima e restaurar o equilíbrio emocional.

VOCÊ ENCONTRA ENORME DIFICULDADE EM DIZER NÃO?



Você é do tipo de pessoa que sempre quer agradar aos outros e por isso encontra enorme dificuldade em dizer não?

Experimente hoje dizer não. Não para todo mundo, é claro. Mas esteja consciente do que fica feliz fazendo e do que faz só para agradar.

Saiba que se você diz sim indo contra sua alma, está faltando com a verdade consigo mesmo. O preço disto é a tristeza.

Há momentos na vida em que precisamos dar limite e dizer não sem medo.
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PARA QUE SERVE O MEDO E O TÉDIO?


POR QUE, AFINAL, FICAMOS ENTEDIADOS E COM MEDO?

Se não fosse o medo, a espécie humana já teria desaparecido da face da Terra há muito tempo.

É o medo que nos coloca em estado de alerta e nos prepara para a luta ou fugir diante de uma ameaça, seja ela real ou imaginária.

Do que o tédio se alimenta, para que serve e onde vive? Se o medo nos ajuda a evitar o perigo, o tédio nos encoraja a explorar novos territórios.

Se nossos antepassados não tivessem sentido tédio, a humanidade não teria realizado inúmeras façanhas. O tédio é um excelente aliado da criatividade. Turbinar a criatividade não é a única vantagem do tédio.

Há, também, a necessidade de mudança. Permanecer muito tempo parado em um mesmo lugar pode ser prejudicial à sobrevivência de uma espécie, pois torna o animal mais vulnerável à ação de predadores.

Quando queimamos o dedo, a dor nos avisa que precisamos retirá-lo o mais depressa possível de perto do fogo. Quando sentimos um gosto ruim na boca, o nojo nos alerta que aquela comida pode estar estragada. Exatamente o mesmo processo acontece quando sentimos o tédio. Ele é uma espécie de alarme que dispara sempre que algo precisa ser mudado em nossas vidas.

Tentar viver sem tédio é impossível. Mais cedo ou mais tarde você vai se deparar com um filme chato, uma reunião monótona ou uma palestra entediante.

Procure usar o tédio a seu favor.
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Atalhos podem ser grandes vilões

O que vem fácil vai embora fácil. O que você conquista trabalhando tem valor e fica.

Um rico traz um pobre para casa e dá tudo do bom e do melhor a ele. Depois de um tempo, o rico pergunta se o pobre está totalmente satisfeito e ele responde que não.

Explica que está muito grato por tudo de bom que ganhou, mas que tudo aquilo veio só pela generosidade do rico. Como não tinha feito nada para merecer tudo aquilo, ele se sentia inferiorizado e envergonhado.

Para se sentir totalmente satisfeito, ele gostaria de poder fazer alguma coisa para merecer tudo de bom que estava recebendo.

O rico ficou impressionado e disse que tinha acabado de aprender uma lição: podemos dar tudo para uma pessoa, exceto a sensação de autorrealização.

Para se sentir realizada, a pessoa tem que correr atrás, se esforçar e finalmente conquistar através do seu próprio merecimento.

Não é para reclamar dos desafios com os quais somos confrontados. Precisamos passar por eles para podermos nos tornar aquilo que viemos aqui para nos tornar.

Os testes da vida revelam nosso potencial.
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Silêncio Impulsivo

Nem sempre silenciar é parar de falar com alguém. Nem sempre é deixar de dar atenção a alguém. O tempo e a cabeça fria ajudam a analisar melhor esse tipo de situação. Do contrário, sempre haverá essa queda de braço: um fica em silêncio e o outro também fica em silêncio. É mais ou menos por aí.

Às vezes o silêncio acontece impulsivamente, involuntariamente, sem a intenção de destruir qualquer tipo de interação.
Esse tipo de silêncio pode resultar de um mau entendido, de uma ofensa verbal ou de certos comportamentos imprudentes.
Em relação a comportamentos imprudentes, o avanço do mundo virtual incentiva cada vez mais a maioria das pessoas a optar resolver problemas pessoais através de redes sociais.
Quando a distância é muito quilométrica (entre dois estados ou dois países), esse meio de comunicação é até aceitável e compreensível.
Para quem tem hábito de enfrentar cara a cara os problemas pessoais (o agora famoso 
face to face), grande parte das decisões podem ser resolvidas pessoalmente, desde que as 
duas pessoas tenham maturidade para aceitar o que for melhor para ambas.
Imaginemos duas pessoas Mike e Crystal. Se Myke é maduro e tem a tranquilidade 
suficiente para entender e aceitar a decisão de Crystal, que necessidade tem ela de usar 
a rede social para tomar a decisão final? Se ela for prudente, conseguirá resolver tudo 
pessoalmente, já que possui também amadurecimento e sinceridade e, com certeza, Myke 
compreenderá e não usará o silêncio impulsivo. Dessa forma, não vai haver estranheza e 
falta de comunicação entre eles. Crystal sempre confiou em Myke e sempre se sentiu 
segura na presença dele, ambos trocando confidências e compartilhando mensagens de
variados assuntos. Ele já havia aceitado a decisão de Crystal por causa de uma antecipada 
conversa pessoalmente entre eles num parque. Bastava Crystal ter observado em Myke a 
tranquilidade dele em lidar com a decisão dela.
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A internet foi feita para um único foco?

Desde que a internet passou a fazer parte da vida de cada um, a quantidade e velocidade de informações alcançam altos índices em poucas questões de segundos a cada visita feita por clicagem, semelhantemente à leitura em livros, jornais e revistas.

Por exemplo, no mundo virtual, um site age como livro ou revista ou jornal, com vários links como se fossem páginas viradas a cada clique. Na ausência da internet, o livro de papel entra em cena com o mesmo processo: leitura feita página por página e sendo virada com o uso das mãos. Enfim, de posse de várias fontes, as informações são assimiladas.

Agora vem a resposta à pergunta do título da postagem: com tantos conteúdos, ninguém fica parado numa única página. Se fosse assim, nem teria havido a necessidade da invenção de teclado. Da mesma forma quando se está diante de um jornal, é absurda a ideia de se pensar que o leitor fique sempre na mesma página para ter o mesmo foco.

Conduzimos o mesmo raciocínio em relação às trocas de mensagens em chats de redes sociais. Por falta de maturidade, muitas pessoas se sentem excluídas por acharem que não recebem atenção de amigos ou de paixões virtuais. É improdutivo querer exigir presença do outro o tempo todo. Quando uma pessoa está na internet e ver o seu foco preferido conectado, essa pessoa acha que o seu escolhido deve dar-lhe sempre atenção

É incrível a queixa das pessoas fazendo cobranças o tempo todo e querendo exclusividade e não param para entender que não se pode acessar a internet por conta de um único objetivo ou foco. Não é saudável criar dependência por alguém ou por outros motivos como jogos e atitudes maliciosas.

A dimensão virtual tem diversas utilidades a oferecer, mas a maioria tem o péssimo hábito de focar num só objetivo. Ao invés de ficar se preocupando com a pessoa preferida, esperando em vão se ela entra ou não na internet, a pessoa do outro lado da telinha deveria aproveitar para explorar mais os conteúdos, de preferência de boa qualidade, ter mais segurança e independência. Caso contrário, é dinheiro jogado fora.
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Medo de decepção amorosa, por quê?

Nas redes sociais, grande parte do público comenta que algumas pessoas não querem assumir compromisso sério por medo da desilusão ou decepção.

Não dá pra entender por que essas pessoas afirmam isso de imediato, como se fosse uma lei engessada imposta pela própria sociedade que ensina coisas equivocadas, principalmente coisas associadas a relacionamentos.

Em primeiro lugar, não se pode generalizar, apesar de que cada indivíduo tenha motivos para pensar que a maioria não valoriza a vida a dois de forma séria.

É preciso ter argumento mais convincente para que se afirme o pensamento do primeiro parágrafo. Medo de se decepcionar por quê? Se a pessoa já passou por muitas situações durante a vida a dois, sofrendo com discussões, de alto ou baixo grau de ofensas verbais, analisando os prós e contras de um namoro, então qual o motivo de pensar que vai se decepcionar?

A pessoa madura, com experiência suficiente para encarar novos relacionamentos, não terá medo da desilusão porque já conhece as desculpas esfarrapadas do seu par, os gestos, os comportamentos já manjados quando o parceiro ou parceira não tem coragem de conversar sobre o desgaste da relação.

Nessa falta de coragem, talvez por imaturidade ou por possuir atitude leviana, o parceiro ou parceira utiliza recursos teatrais com demonstrações de frieza e condutas medíocres (piadinhas de mau gosto, deboches, ofensas verbais sem motivo aparente), para fazer a pessoa terminar o relacionamento e o seu par  querer se sentir vítima da história. É lamentável isso.

Uma das condutas mais repugnantes é quando esse tipo de parceiro ou parceira sai com a pessoa e, nessas tantas saídas, não sente vontade de andar de mãos dadas. Por incrível que pareça, a pessoa madura deve evitar questionar essas posturas infantis do seu par imaturo.

Pode-se notar que, na maioria das vezes, a pessoa que mais sofre com esses comportamentos do seu par medíocre é justamente é a que leva a relação a sério.

Portanto, é necessário cautela quando vai se afirmar que as pessoas não querem namorar não por medo da decepção; e, sim, porque não vale a pena estar com alguém que ainda não aprendeu a ter coragem em dizer que a relação não vai bem por não sentir mais amor e, por isso, vai continuar preferindo ser ator ou atriz.
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Por que tenho que aprender isso?

A maioria das escolas brasileiras (públicas e particulares) deixaram de ser modelos de referência de ensino inovador, há mais de 30 anos, quando surgiu uma pergunta, atualmente super comum na boca do estudante: "Por que tenho que aprender isso?" Uma justificativa patética para mascarar o desinteresse pelos estudos e a preguiça de ler textos dos mais simples aos complexos quanto ao grau de dificuldade de interpretação.

Muitas vezes, o aluno não quer saber da escola, sendo vista como um ambiente desinteressante, e muito menos de aprender conteúdos por achar que não servem no dia a dia. O estudante acaba não sabendo a importância da aprendizagem e aplicação de vários assuntos fora da sala de aula.

Os pais também são culpados e, alguns deles, com apenas o primário, acham que se fizeram na vida sem educação e ensinam aos filhos que não precisam de muito esforço para ter algo significativo na vida.

Temos também aqueles professores desestimulados por falta de políticas públicas, e os que trabalham apenas por obrigação, achando que a escola serve apenas como local de merenda e fabricante de diplomas.

O professor entra na sala de aula, começa a explicar regra de 3 simples, por exemplo, torce para que a turma inteira não faça perguntas, manda os alunos fazer os exercícios. Um deles não entendeu a explicação. Ao invés de tirar a dúvida com o professor, por vergonha ou medo de ser taxado de "burro" pelos demais colegas e até mesmo por aquele que transmite o ensino, prefere usar a medíocre desculpa interrogativa: "Pra que aprender esse assunto, se não irei usar isso na minha vida inteira?".

Em seguida, vem a contra-pergunta: "A quem culpar?"
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