OLÁ, SEJAM BEM-VINDOS

Com grande esforço e dedicação na construção do meu primeiro blog - AULAS100 Ensinando Informação e Conhecimento (http://aulas100.blogspot.com/) - em 28 de abril de 2009, obtive resultados bastante satisfatórios, comprovados pelo selo TOP100/2009 que ganhei, graças aos votos dos leitores que gostaram do meu espaço educativo.

O incentivo me levou a elaborar a Sala de Reflexão para a divulgação de textos sobre o amor em todos os sentidos e valor educacional na escola e na família, com o objetivo de elevar a autoestima e restaurar o equilíbrio emocional.

13/11/2010

A solidão pode ser vantajosa, ou não?

Num site agregador de notícias eu li uma postagem cujo título era relacionado à seguinte questão: O que é pior? Ser abandonado ou ficar sozinho?

Esse tipo de assunto gera tantos múltiplos debates que transcrevi os meus comentários para a página do meu blog aqui.

A minha postura foi assim:

É uma dúvida que gera infinitos debates porque depende muito da situação. Às vezes a melhor resposta não se busca nos outros, mas em nós mesmos, porque podemos questionar as nossas próprias atitudes. A primeira coisa a fazer é perguntar a si mesmo: "A pessoa com quem me envolvi não era o que imaginei pra minha vida?" Ou "O que será que fiz pra ser abandonado?" Culpa de quem, afinal?"

Eu discordo quando muitos afirmam que ficar sozinho é uma escolha, porque, na verdade, é uma desculpa esfarrapada usada por algumas pessoas que se julgam inconquistáveis, ou não sabem ser sedutoras, porém nem é preciso usar artimanhas feitas através de cantadas baratas. Por outro lado, ficar sozinho pode ser uma arma defensiva contra gente indecisa ou mal intencionada que não sabe o que quer, com o único objetivo de brincar com os sentimentos alheios.

Quando a pessoa escolhe ficar sozinha, perde as etapas do relacionamento que é a aprendizagem e maturidade, armas fundamentais para selecionar aquelas que sejam compatíveis com o nosso modo de pensar e agir. O medo de sofrer decepções resulta em ficar sozinho voluntariamente, um erro fatal de pessoas que não sabem lidar com as perdas e se desesperam em querer ter alguém apenas por comodismo.

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